sexta-feira, março 28, 2008
jogo de azar
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Fresquinha
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28.3.08
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quinta-feira, março 27, 2008
12 fotografias que temos de tirar antes de morrermos





6. A migração de animais selvagens






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Fresquinha
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27.3.08
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a procissão


Procissão da Semana Santa em Málaga, Espanha. Fotos de Jan Sochor♥
Os tolinhos.
Os bufos.
Os convencidos.
Os pategos.
Os membros e as suas esposas.
Os amigos dum gajo que conhecemos há muito e que não é sério.
Os fanáticos.
Os sinceros.
Os que foram maoístas.
As bruxas.
Os inimigos do povo.
As irmãs do Salazar.
Os compadres.
Os hesitantes.
O senhor Pacheco do táxi, do aviário e da bomba da gasolina.
Os que comem peixe à sexta-feira.
Os sócios benfeitores da Associação dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.
O médico dos Raios-X.
A ex-telefonista da ex-PIDE do antigo regime.
O clarim de Caçadores 9.
Os filhos do falecido Prof. Dr. Joaquim do Amaral Thorensen Perestrelo Owen Ricciotti Matoso Guedes de Crespo e Bombarral (marquês de Leça, irmão da Ordem Terceira, diplomé des Palmes du Mérite Agricole).
O maquinista do ‘Foguete’ que levou o Papa a Braga.
Os heróis do mar.
Os gloriosos combatentes antifascistas.
Os gaseados de 1914-1918 (Flandres).
A tia da D. Amália Rodrigues.
O cauteleiro de Cinfães.
Os moradores do terceiro andar do prédio nº 42 do Beco dos Capachinhos 1300 Lisboa.
Os que só gostam de cerveja.
O que comprou as calças do Gungunhana e as ofereceu depois ao Museu de Bragança, donde parece que foram roubadas na noite de 7 de Fevereiro de 1952.
A mulher do filho do vizinho do Marcelo.
As figuras prestigiosas da nossa política acompanhados (acompanhadas? era o que faltava!) das respectivas esposas.
O emigrante que construiu aquela casa.
Os visitantes do Jardim da Estrela.
Os dez mais elegantes.
Os calvos, os obesos, os deficientes motores, os invisuais, os diminuídos mentais - que é como quem diz: os carecas, os buchas, os aleijadinhos, os cegos, os tarados.
Os manetas e os gagos.
O locutor da Rádio Renascença.
O bissexual que casou com a Maria João e na intimidade lhe chama Zé Maria.
O senhor doutor que está quase a chegar, não falta nada.
Os três da panelinha.
Os três.
Os que dizem trinta e três.
A Trindade.
O senhor Pimpim.
Os que leram Marx.
O reformado que pinta aguarelas e imita muito bem o barulho da água a ferver.
O eléctrico dos Anjos.
Os senhores guardas.
As senhoras guardas.
As gentes da autoridade.
Os defensores da ordem.
A mulher que fugiu ao marido alcoólico e se foi juntar com um cego que tem uma barraca em Chelas.
Os tocadores de violoncelo.
Os fascinados pelo destino do proletariado.
Os holandeses anticolonialistas, vegetarianos, com casa no Algarve.
O ex-ministro.
A Rosa que gosta muito de crianças.
Os enfermeiros.
As calistas a domicílio.
A menina do quiosque.
O bispo de Aveiro.
Você e eu.
.
Autor desconhecido
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Fresquinha
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27.3.08
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ser sapo
Um vídeo espantoso sobre a ressuscitação de sapos, depois de um período de congelação, sem qualquer suporte de vida.... aqui.
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27.3.08
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de 5ª a 4ª
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27.3.08
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parabéns, robina ! Onde quer que estejas ...
Que contes muitos, mesmo que eu não os veja !
Tenho muitas saudades tuas !
Beijo
Fresquinha aka Leonor
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27.3.08
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o contador de histórias

♥
Yacoub era pobre, mas despreocupado, feliz, livre como um saltimbanco, sonhando sempre mais alto do que a sua fronte. Em boa verdade, estava apaixonado pelo mundo. Porém, o mundo à sua volta parecia-lhe sombrio, brutal, seco de coração, de alma obscura, e ele sofria com isso. "Como", perguntava-se, "fazer com que seja melhor? Como trazer à bondades estes tristes vivos que vão e vêm sem olhar os seus semelhantes?" Ruminava estas perguntas pelas ruas de Praga, a sua cidade, vagueando e saudando as pessoas, que não lhe respondiam.Ora, uma manhã, quando atravesava uma praça cheia de sol, teve uma ideia. "E se eu lhes contassse histórias?" pensou. "Assim, eu, que conheço o sabor do amor e da beleza, levá-los-ia seguramente à felicidade". Pôs-se em cima de um banco e começou a falar. Os velhotes, as mulheres, admirados, as crianças, pararam um momento a ouvi-lo, mas depois viraram-lhe as costas e prosseguiram caminho.Yacoub, achando que não podia mudar o mundo num dia, não perdeu a coragem. No dia seguinte voltou àquele mesmo lugar e de novo lançou ao vento, com voz forte, as mais comoventes palavras. Outras pessoas pararam para o ouvir, mas em número menor do que na véspera. Alguns riram-se dele. Houve mesmo quem lhe chamasse louco, mas Yacoub não lhe deus ouvidos. "As palvras que semeio germinarão", pensou. "Um dia entrarão nos espíritos e acordá-los-ão. Tenho de contar, contar mais".Teimou, pois, e dia após dia voltou à grande praça de Praga para falar ao mundo, contar maravilhas, oferecer aos seus semelhantes o amor que sentia. Todavia, os curiosos tornaram-se cada vez mais raros, desapareceram; e em breve Yacoub apenas falava para as nuvens, o vento e as silhuetas apressadas, que já só lhe lançavam uma olhadela de espanto à medida que passavam. No entanto, não desistiu.Descobriu que não sabia nem desejava fazer outra coisa que não fosse contar as suas histórias elucidativas, mesmo que não interessassem a ninguém. Começou a dizê-las de olhos fechados, pela única felicidade de as ouvir, sem se preocupar se era ouvido. Sentiu-se bem e a partir de então só falava assim: de olhos fechados. As pessoas, temendo relacionar-se com as suas extravagâncias, deixaram-no só, com as suas histórias, e habituaram-se, assim que ouviam a sua voz ao vento, a evitar a esquina da praça onde ele se encontrava.Assim se passaram anos. Ora, numa noite de Inverno, enquanto contava um conto prodigioso ao crepúsculo indiferente, Yacoub sentiu que alguém o puxava por uma manga. Abriu os olhos e viu uma criança que, fazendo uma careta engraçada, lhe disse, esticando-se nas pontas dos pés:- "Não vês que ninguém te ouve, nunca te ouviu, jamais te ouvirá? Que diabo te empurrou a viver assim a vida?"- "Estava louco de amor pelos meus semelhantes" - respondeu Yacoub. - "Foi por isso que no tempo em que ainda não eras nascido me veio o desejo de os tornar felizes."O miúdo replicou:- "Pois bem, pobre louco, e eles são-no?"- "Não" - disse Yacoub, abanando a cabeça.- "Por que razão teimas então? " - perguntou ternamente a criança, tomada de repentina piedade.Yacoub reflectiu por instantes.- "Eu falo sempre, é claro, e falarei até morrer" - disse. - "Dantes fazia-o para mudar o mundo."Calou-se; depois o seu olhar iluminou-se, e acrescentou:- "Hoje faço-o para que o mundo me não mude."
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a melhor interpretação de Billy Jean: Chris Cornell
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27.3.08
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avaliações dos professores
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quarta-feira, março 26, 2008
já é pedir muito
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26.3.08
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Da Blitz
Segundo uma notícia na Blitz online, está a decorrer uma campanha que consiste em DOAR ESPERMA PARA ASSISTIR GRATUITAMENTE A FESTIVAIS MUSICAIS que tenham lugar na Europa.Ao que parece as doacções de esperma na "Irlanda baixaram 40% nos últimos anos e foi agora lançada a campanha «The Sperm for Tickets»", que significa «Esperma por bilhetes». "Os interessados deverão pedir um pack de doação indicando qual o festival europeu a que desejam assistir.
As doações serão depois enviadas por correio expresso. Para mais informações basta clicar o link da campanha Spermfortickets.com . "
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26.3.08
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terça-feira, março 25, 2008
charute-se
No iníciom o leitor era pago pelos próprios trabalhadores que se quotizavam e pagavam um centavo diário por seu trabalho.
Com o passar do tempo este custo foi absorvido pelos donos das fábricas que ficaram interessados com o aumento da produção.
Os trabalhadores escutavam desde "Os Miseráveis" de Victor Hugo até "Cecília Valdés" de Cirilo Villaverde.
Geralmente o leitor ficava em uma tribuna ou mesa mais alta. Deveria ter boa dicção, ler pausadamente para que todos pudessem entender, bem como dramatizar os diálogos alternando as vozes de homem, mulher e criança.
Hoje em dia nas fábricas Partagas e H.Upmann os tabaqueros de todos os pisos escutam o leitor pelos altifalantes instalados nos andares, facto conseguido anteriormente somente com o poder da própria voz.
A idéia do leitor de galeras surgiu com Saturnino Martinez que trabalhava no jornal operário "La Aurora".
O primeiro leitor, cujo nome não se tem idéia, subiu em uma espécie de andaime na fábrica "El Fígaro" no dia 21 de Dezembro de 1865.
A idéia foi acolhida com alegria pelos trabalhadores que naquela época chegavam cansados à fábrica, pois tinham que trazer de suas casas as mesas, instrumentos necessários para elaborar um charuto e até mesmo o almoço.
Os jornais concorrentes do "La Aurora" logo começaram a ridicularizar a idéia e a chamar de galeras os locais onde eram elaborados os charutos em referência ao velho costume do presídio de Havana de ler aos reclusos as notícias do dia enquanto estes almoçavam.
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25.3.08
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um trabalho explosivo: Cai Guo Qiang
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25.3.08
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must









































