domingo, outubro 12, 2008
Estava-se no Outono. Os Índios de uma reserva americana perguntaram ao novo Chefe se o Inverno iria ser muito rigoroso ou se, pelo contrário, poderia ser mais suave. Tratando-se de um Chefe Indio mas da era moderna, ele não conseguia interpretar os sinais que lhe permitissem prever o tempo, no entanto, para não correr muitos riscos, foi dizendo que sim senhor, deveriam estar preparados e cortar a lenha suficiente para aguentar um Inverno frio.O Chefe voltou para o seu povo e mandou que cortassem mais lenha.
"Como podem ter tanto a certeza?" perguntou o Chefe.
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12.10.08
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Selo da Criança Grande
Deixar um blog atualizado é difícil na correria diária. O selo da Criança Grande é dedicado a todos que deixam o trabalho, família, amigos e a novela de lado para dividir pensamentos, fotos, sites, dicas e várias coisas úteis ou inúteis com o pessoal da blogosfera. Para mim, chegar em casa e atualizar o blog é como voltar no tempo em que chegava da escola e saía para brincar com os amigos. Repassem para quem vale perder um tempinho para fazer uma visita.
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12.10.08
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sábado, outubro 11, 2008
Morreu Ricardo Videla

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11.10.08
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sexta-feira, outubro 10, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
o grande ditador
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6.10.08
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Hell
London Elektricity 'All Hell Is Breaking Loose' from RadarMusicVideos on Vimeo.
O Quinto dos Infernos
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Para os colonizadores portugueses, que levavam a quinta parte (20%) de todo o ouro que se extraía no Brasil, isto aqui era o quinto dos infernos, terra de bugres mal-cheirosos. Toda essa grana era enviada para Portugal. Quando o navio, carregado com o ouro brasileiro, apartava em Lisboa, havia quem dissesse, torcendo o nariz: "Lá vem a nau do quinto dos infernos!"Apesar de grosseira, a expressão tem origem teológica, veja você. Na Idade Média, a Igreja definiu quatro tipos de inferno. O primeiro, o seio de Abraão, onde os papas passariam um tempo para sua purificação final; o segundo, o limbo, para onde iriam as criancinhas pagãs; o terceiro, o purgatório, onde as almas justas cumpririam estágio antes de serem admitidas no Paraíso; o quarto, o inferno propriamente dito, onde os pecadores arderiam eternamente. O quinto o pior deles tinha suplícios inenarráveis. Para lá se mandariam os piores inimigos. A rainha Carlota Joaquina, que detestava o Brasil, não perdia oportunidade de nos desancar. Ao embarcar de volta para Portugal, soltou a praga: "Até que enfim saio do quinto dos infernos".
Nunca ninguém desejou a você que fosse para “os quintos dos infernos”? Ou você nunca mandou que um seu desafecto fosse para “os quintos dos infernos”? Pois então, essa expressão que significa o auge da rejeição, o desejo da maior desgraça possível a alguém. “Vá p'ró inferno” você já ouviu, certamente, mas esse é fraco e até meio charmoso, muito usado pelas mulheres em relação aos seus parceiros, nos momentos tensos. Porém, quando o xingador especifica o lugar do inferno que ele quer que você vá, a coisa é grave e cheia de desesperança. E quando a coisa vem no plural, é para que não haja mais dúvidas, é porque não tem mais jeito.
Pois bem. O quinto do inferno, saiba você, é a parte mais próxima do chefe, o Lúcifer. É aquela para onde vão os traidores. Na baixa Idade Média, ainda no primeiro milênio, o Inferno era mais simples, assim como na década de sessenta do século XX, quando eu era criança. Era um lugar único, onde os pecadores eram jogados de cabeça para baixo e pronto. Era um lugar chatíssimo, embora quente. O Lúcifer ficava à vista de todos, qualquer um podia falar com ele, os pecadores todos misturados e sem crachá, era uma anarquia totalizante e improdutiva.
Na Idade Média, como você sabe, a Igreja mandava em tudo, moldava tudo. Era Deus no céu e o Papa na Terra. O Papa era rei de verdade, com território, exército e economistas. E os outros reis, que eram milhares e muito fracos, se submetiam ao império papal. Daí que o Inferno era simples por causa disso, por mesquinhez do Papa, um grande buraco sem conforto algum, sem divisão alguma, sem verbas de manutenção. Afinal, o Lúcifer era um anjo rebelde e o Papa não gostava de gente rebelde. Logo, ele não ia prestigiar o território do seu desafeto. Isso por um lado. Por outro, havia a má vontade geral para com o luxo e a diversidade e os arquitetos papais torciam o nariz para qualquer ambiente com mais de dois espaços.
Entretanto, a humanidade evolui. Ali pelo séculos XII, XIII, alguns humanos já estavam de saco cheio daquela monotonia infernal. Alguns faxineiros e jardineiros dos conventos e mosteiros, durante suas jornadas de trabalho, demoravam mais dentro das bibliotecas. Um livro caía, eles repunham na estante... Muitos livros caíam abertos... Já havia a praga da curiosidade... O fato é que descobriram Aristóteles, Virgílio e vários outros gregos e romanos e outros mais. Sabe como é, quinhentos anos é muito tempo, dá tempo para ver muitos livros caídos com as páginas abertas... Enfim, descobriram que havia gente estudando e escrevendo sobre o Inferno havia uns três mil anos e que aquela simplicidade toda divulgada pela Igreja era apenas uma tática para desvalorizar a concorrência. O Inferno era muito mais sofisticado. Tudo aqui.
Foge de mim Lucifer/ que te esmago se eu quiser/ com pilão ou com colher/ para depois te
comer/ Va de retro Satanás/ que te meto no cabaz/ onde esmagado serás/ pelas pinças da tenaz/
vai à vida Belzebu/ mete os cornos no baú/ que te embrulho em pano-cru/ e te como com peru/
glu glu glu glu glu glu glu (VIEIRA, 2006, p. 7)2.
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6.10.08
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domingo, outubro 05, 2008
para que serve a gramática
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5.10.08
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bem me parecia
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5.10.08
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também eu
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5.10.08
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