quinta-feira, julho 31, 2008

terça-feira, julho 29, 2008

Zanzibar, portanto, em 2009






«From the rooftop restaurants of Stone Town to the night time beach barbecue at Mtoni Marine, or over water deck of Akuna Matata at a village called Bububu there's plenty of high quality choice. »
Até estou zanza !
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Contactos
Make it Happen – Tel. 21 892 54 52, e-mail makeithappen@viagenstagus.pt, http://www.makeithappen.pt/
Garland Luxury Travel – Travessa do Corpo Santo, 10, 1.º Dto, 1200-131 Lisboa; tel. 210 306 111, www.garlandluxurytravel.com/
Atmosphere Hotels – Tel. 213 907 170 ou 91 724 60 39, e-mail info@atmospherehotels.pt, http://www.atmospherehotels.pt/

eduardo mãos de tesoura


Pedicure à la Carpa

salsichas cocktail



Serei uma má pessoa por ter rido disfarçadamente com este vídeo ?

sonhar não custa





psíquicos da treta









da guerra


22,000 soldados e veteranos Americanos que serviram o seu País com honra e bravura no Iraque e no Afeganistão pediram ajuda à Linha Alerta Suicído. Insensé, non ?

aniversário da polícia italiana (filme de arquivo)

segunda-feira, julho 28, 2008

cybersex



Mick Jagger faz 65 e uma vida cheia


+ 56 (identificadas) !!! (clica no título)

ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

a história dos 3 dedais

brincando com o fogo


Fireplays from Jon Thomas on Vimeo.

John Frusciante em "Going Inside"

praguejar


“Swearing was invented as a compromise between running away and fighting.
— Finley Peter Dunne
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Praguejar foi inventado como solução de compromisso entre fugir e lutar.

mais uma criança prodígio de 3 anos



viagens alternativas


o milagre do Oriente


O que é que o bálsamo de tigre não cura ???

os animais apaixonados





promiscuidade nas igrejas medievais ? Porquê ?

logos ao Metro




Assunto relacionado : Escavadoras de tunéis de Metro

iBeer



Assunto relacionado: David Lynch e o iPhone

incommunicado, um paradoxo


«Never in human history have we had so many means of communication - television, radio, telephone, fax, email, the worldwide web - yet we remain islands, with little real communication between family members, individuals in society, or nations.»
(Zen Master Thich Nhat Hanh)
Nunca na história da humanidade tivémos tantos meios de comunicação - televisão, rádio, telefone, fax, e-mail, a web - e mesmo assim somos ilhas, com pouca comunicação real entre membros da família, indivíduos na sociedade, e nações.

a "Tinta da Fonte"






Outro belíssimo texto de Mário Crespo.

O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. 'Perdi tudo!' 'O que é que perdeu?' perguntou-lhe um repórter. 'Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem...' Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga 'quatro ou cinco euros de renda mensal' pelas habitantes camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que 'até a TV e a playstation das crianças' lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. Inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famíias que pagam 'quatro ou cinco Euros de renda' à Câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. Inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a 'quatro ou cinco euros mensais' lhes sejam dados em zonas 'onde não haja pretos'. Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - 'ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.' A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
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(Obrigada, Jorge B)
Um e-mail que me chega, bem a propósito:
Censura Democrática
Num país onde os ciganos podem acampar, ilegalmente, em frente da Câmara Municipal e exigir casa; onde qualquer safardana, politicamente correcto, nos pode ofender a inteligência e onde o PM mente com quantos dentes tem na boca perante o ar embevecido da canalha, JOAQUIM PAÇO d' ARCOS foi impedido de publicar o poema que abaixo transcrevo, sabendo antecipadamente que irei ferir as susceptibilidades de alguns dos meus amigos. Mas não peço desculpa.
25 de Abril de 1974, por Joaquim Paço d'Arcos
25 de Abril de 1974
Duzentos capitães!
Não os das caravelas
Não os heróis das descobertas e conquistas,
A Cruz de Cristo erguida sobre as velas
Como um altar
Que os nossos marinheiros levavam pelo mar
À terra inteira! (Ó esfera armilar, que fazes hoje tu nessa bandeira?)
Ó marujos do sonho e da aventura,
Ó soldados da nossa antiga glória,
Por vós o Tejo chora,
Por vós põe luto a nossa História!
Duzentos capitães!
Não os de outrora…
Duzentos capitães destes de agora (pobres inconscientes)
Levando hílares, ufanos e contentes
A Pátria à sepultura,
Sem sequer se mostrarem compungidos
Como é o dever dos soldados vencidos.
Soldados que sem serem batidos
Abandonaram terras, armas e bandeiras,
Populações inteiras
Pretos, brancos, mestiços (milagre português da nossa raça)
Ao extermínio feroz da populaça.
Ó capitães traidores dum grande ideal
Que tendo herdado um Portugal
Longínquo e ilimitado como o mar
Cuja bandeira, a tremular,
Assinalava o infinito português
Sob a imensidade do céu,
Legais a vossos filhos um Portugal pigmeu,
Um Portugal em miniatura,
Um Portugal de escravos
Enterrado num caixão d'apodrecidos cravos!
Ó tristes capitães ufanos da derrota,
Ó herdeiros anões de Aljubarrota,
Para vossa vergonha e maldição
Vossos filhos mais tarde ocultarão
Os vossos apelidos d'ignomínia…
Ó bastardos duma raça de heróis,
Para vossa punição
Vossos filhos morrerão
Espanhóis!

domingo, julho 27, 2008

lealdade leonina



Assunto relacionado : Sporting 2 - Benfica 0

a mente de Tarantino

Clica no Título

knock on Wood



Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar

morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de

idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque

estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar,

receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até

ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me

e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o

liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos

responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9

meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de

quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila!

Acaba como um orgasmo! I rest my case.
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Woody Allen

estou quase d'abalada




~~~ E TU, ONDE VAIS PASSAR AS FÉRIAS ? ~~~

a falsa estátua viva


Se já visitáste alguma vez Barcelona, de certeza que estivéste no passeio perto de La Rambla, onde estão muitos quiosques de flores e sobretudo muitas estátuas vivas.
Creio que em poucas ruas encontrarás mais artistas fazendo de estátua que nesta avenida que desemboca no porto de Barcelona. E o melhor é que todos os turistas colaboram com os seus donativos a estes actores da paciência, para que no final do dia possam sacar um dinheirão, "hors taxe".
Foi nisto que devia estar a pensar Mark Jenkins quando construiu uma falsa estátua viva que colocou na mesma rua, junto ao seu pratinho das moedas e deixou que as pessoas fizéssem o resto.
Os resultados são brilhantes e só mostra o quanto somos os tontos nesta história e quanto este tipo de performance está sobrevalorizado. Ora vejam aqui.

alguns dos melhores teatros e auditórios do Mundo





uma ideia genial !




A ideia inovadora do designer de Taiwan, Peng Yu-Lun, que evita paragens e que economiza uma enorme quantidade de energia (versus deixar parar todo o combóio e reniciar a aceleração até atingir a velocidade desejada).

o momento embaraçoso

dispenso




A stranger on the train who wants to tell me about their bowel movements.
A crying woman with a harpoon gun entering a sports bar.
Any man with a birthmark shaped like a hypodermic needle.
Anyone who takes off work on Ted Bundy's birthday.
A priest with an eyepatch and a limp who's selling pieces of the cross.
Any woman who repeatedly gives me a high five during sex.
A cross-eyed man in a New Year's hat reciting "Casey at the Bat" in Latin.
Any guy named "Dogmeat" whose body has over six square feet of scar tissue.
A girl whose wallet contains nude photos of Sam Donaldson or Yasser Arafat.
Any couple who owns "his and hers" rectal thermometers.
Anyone who gets plastic surgery in an attempt to look more intelligent.
Anyone who refers to Charles Manson as "Chuck."
Anyone who receives e-mail from Willard Scott.
A retarded twelve-year-old who carries more than six boxes of matches.
Any man who gives himself a Harvey Wallbanger enema. On the rocks.
A homely, flat-chested woman wearing a "Foxy Lady" t-shirt.
Any person bleeding from three orifices who wants me to cosign for a loan.
Guys in their 50s named "Skip."
A cross-eyed nun with a bullwhip and a bottle of gin.
A Boy Scout leader who owns a dildo shop.
People with big gums and small teeth.
Anyone who uses the word "Jesus" more than 300 times in a two minute conversation.
A dentist with blood in his hair.
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Autor: George Carlin