quinta-feira, agosto 21, 2008

a casa que gira com o sol





A casa Girasole foi construída e habitada pelo engenheiro naval italiano Angelo Invernizzi (juntamente com a assistência do arquitecto Ettore Fagiuoli) entre os anos de 1929 e 1935 e ainda pode ser encontrada em Marcellise, Itália.
Incrível! A metade superior do edifício gira em torno do centro da faixa circular na qual repousa (o que acontece para formar o telhado menor, na metade estática do edifício), tal como os ponteiros de um relógio. A intenção de Invernizzi foi a concepção de desenhar uma casa cujas janelas principais estivessem sempre viradas para o sol, e por isso ele veio com a idéia que se vê aqui. A "torre", que constitui o pivô tem 43 metros de altura e a força necessária para mover a estrutura é gerada por 2 motores (3 cavalos no total): uma volta completa do edifício com 500 toneladas iria demorar um pouco mais de 9hrs, viajando a uma velocidade de 4 milímetros por segundo, a não ser, obviamente, que a rotação fosse deliberadamente abrandada.
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Gabriel Vormstein




Mercedes Sosa



Canción de las Simples Cosas

(César Isella - Gustavo Leguizamón)

Uno se despide insensiblemente de pequeñas cosas,

lo mismo que un árbol en tiempos de otoño muere por sus hojas.

Al fin la tristeza es la muerte lenta de las simples cosas,

esas cosas simples que quedan doliendo en el corazón.

Uno vuelve siempre a los viejos sitios en que amó la vida,

y entonces comprende como están de ausentes las cosas queridas.

Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso,

que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo.

Demórate aquí, en la luz mayor de este mediodía,

donde encontrarás con el pan al sol la mesa servida.

Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso,

que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo.

Demórate aquí... por eso muchacho...

xeque-mate




Disponível aqui

ilusões







Na cara deste tigre, está a cara de uma mulher. Tenta descobri-la.

uma fonte original em Canal City - Hakata, Fukuoka, Japão



a cábula




é um vazio que fica, J. Figueiras


onde quer que estejas, que descanses em paz.
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Uma oração que eu acho muito bonita:
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Abro o meu coração para a nova realidade que a vida me oferta.
Abro meu coração e enxergo um novo mundo e uma nova humanidade.
Seres que se amam resplandecem à minha frente.
A fraternidade é revelada a cada acção, a cada passo.
A luz resplandece soberana através do semblante de cada ser.
O amor jorra de seus corações ininterruptamente.
Suas mãos transparentes são pura luz.
A luz que toca e resgata a perfeição.
Seus pés roçam suavemente a terra fértil.
E a terra devolve o carinho revelando a abundância de suas cores.
A mente cria, o coração alimenta, a acção consolida um planeta de paz.
O sol aquece, o ar ameniza, a terra resplandece vida pelo banho suave das águas cristalinas.
Tudo é luz, paz, perfeição!
Esse é o mundo que almejo habitar.
O mundo cuja lembrança paira no fundo do meu ser.
O mundo de onde vim e para o qual quero voltar.
O mundo que hoje compartilha comigo o seu segredo.
O mundo que sussurra em meus ouvidos a premência que tenho de nele mergulhar.
O mundo que se mostra a mim através do palpitar de cada coração.
O mundo da verdade.O mundo onde toda ilusão foi dissolvida.
O mundo que se alicerça na força do amor.
O mundo que não reconhece diferenças.
O mundo que é povoado por uma única nação, a nação dos Filhos da Luz.
Filhos que caminham soberanos pelo Planeta Azul.
O mundo que resgata a sua história através da história de cada um de seus habitantes.
Os Filhos da Luz que se reconhecem e que expressam total gratidão.
Gratidão pelo divino aprendizado que devolveu a todos o sentido do viver.
O viver que só é pleno quando o coração traça o norte revelando a unidade que põe fim à separação.
Hoje, finalmente, sou o Filho de Deus que expressa as virtudes do Pai.
Hoje EU SOU.

quarta-feira, agosto 20, 2008

entradas livres no CCB

dias 22, 23 e 24 Ago 2008 - 21:30
PRAÇA DO MUSEU DO CCB

Da Índia chega-nos a Bharata-Natyam, dança em que linhas simétricas e geometricamente perfeitas se juntam a movimentos vivos, como piruetas e saltos, tendo como base os ritmos complexos do batimento de pés. À técnica pura junta-se a abhinaya: as expressões do rosto acompanhadas de gestos das mãos e de posturas do corpo para interpretar os poemas e os hinos cantados.

É NOITE DE MAGIA CIGANA...
30 Ago 2008 - 22:00
PRAÇA DO MUSEU

Das planícies da Anatólia até às portas da Europa, a Turquia continua a ser uma placa giratória entre o Oriente e o Ocidente ciganos. O Techno Roman Project inscreve-se no espírito da música cigana turca, mas propõe ao mesmo tempo um repertório tradicional e contemporâneo único no género. De músicas de casamentos e festas, até explosões de percussão diabólicas, a noite terminará num momento festivo digno de qualquer serão techno de Istambul.

under pressure









touch of evil de Orson Welles



Julien Gracq e a crítica literária

«O que eu desejo de um crítico literário - e ele só o faz tão raramente - é que ele me diga, a propósito de um livro, melhor do que eu mesmo poderia fazê-lo, de onde vem o prazer que a leitura me proporciona e que não se presta a qualquer substituição. Você apenas me fala de aquilo que não lhe é exclusivo, e a mim apenas me interessa o que houver de exclusivo. Um livro que me seduza é como uma mulher que me faz cair no seu charme: para o diabo os seus antepassados, a sua terra natal, o seu ambiente, as suas relações, a sua educação, e os seus amigos de infância! O que eu espero apenas do seu ponto de vista crítico é a inflexão de justa voz que me fará sentir que você está apaixonado, e apaixonado da mesma maneira que eu: eu só preciso da confirmação e do orgulho que dá ao apaixonado, o amor paralelo e lúcido de um terço bem dito. E, quanto ao contributo do livro para a literatura, e ao enriquecimento de que é suposto trazer-me, saiba que me caso mesmo sem dote. Que palhaçada, no fundo, e que impostura, é a profissão do crítico: um perito em objectos amados! Porque, apesar de tudo, se a literatura não é para o leitor um reportório de mulheres fatais e de criaturas de perdição, não vale a pena incomodar-se»
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«Ce que je souhaite d’un critique littéraire et il ne me le donne qu’assez rarement c’est qu’il me dise à propos d’un livre, mieux que je ne pourrais le faire moi-même, d’où vient que la lecture m’en dispense un plaisir qui ne se prête à aucune substitution. Vous ne me parlez que de ce qui ne lui est pas exclusif, et ce qu’il a d’exclusif est tout ce qui compte pour moi. Un livre qui m’a séduit est comme une femme qui me fait tomber sous le charme : au diable ses ancêtres, son lieu de naissance, son milieu, ses relations, son éducation, ses amies d’enfance ! Ce que j’attends seulement de votre entretien critique, c’est l’inflexion de voix juste qui me fera sentir que vous êtes amoureux, et amoureux de la même manière que moi : je n’ai besoin que de la confirmation et de l’orgueil que procure à l’amoureux l’amour parallèle et lucide d’un tiers bien disant. Et quant à " l'apport " du livre à la littérature, à l'enrichissement qu’ il est censé m’apporter, sachez que j’épouse même sans dot.Quelle bouffonnerie, au fond, et quelle imposture, que le métier de critique : un expert en objets aimés ! Car après tout, si la littérature n’est pas pour le lecteur un répertoire de femmes fatales, et de créatures de perdition, elle ne vaut pas qu’on s’en occupe.»

cholitas bolivianas luchadoras




Discretamente fui ontem almoçar
ao lado do meu túmulo
levei para o acto um ramo de papoilas
que guardava lá em casa há cerca de oito anos
para qualquer momento circunstancial
(sempre me considerei digno e respeitador dos insultantes bons costumes)
Lá estava gravado na pedra de Estremoz
EUROPA – MAIS UM DIA
era certo e fora um trabalho bem eficiente
em elzevir escolhido e sem defeito
Sentei-me sempre tive esse costume
e fiquei a olhar inquisitivo para a Europa
donde nunca consegui sair
mesmo quando pareço estar remotamente longe
fiquei a olhar para São Paulo
fantasma búlico mal traduzido do americano
que se apaga triste e sem figura
com a presença leal e muito nítidade Londres de Paris de Moscovo
de Lisboa menina sorridente e milenária
e sentámo-nos
à esquerda Cesariny
recém-chegado de beber uma cerveja no Inferno
à direita o Erol Isin
recém-fugido dos lobos de Istambul
onde para urinar se caminha entre a neve
com uma Luger na mão
e um aviso no sexo (PROIBIDO DEVORAR)
e olhámos
o elevador de Santa Justa parecia indicar
a verticalidade rápida de menos dois tostões
noticiando o Tejo e a sua ponte
(muito para mostrar aos do Brasil e de Lesoto)
Lisboa (António Maria) sentou-se ao nosso lado
Sentados
Todos sentados e continuando a respeitar as leis
ficámos
a ouvir o noticiário meteorológico
Campo de Ourique algumas nuvens com precipitação provável
Rua do Norte alta pressão isobárica
Rocio o costume
Cais do Sodré frente fria em evolução
com alguns barcos para o Barreiro e muitos nabos
abrimos
uma lata de enchovas
esfregámos os pés no azeite (enlatado de exportação)
e alimentámo-nos confortavelmente
enquanto escrevíamos cartas
à família mais próxima é evidente
e tentávamos absorver
através das palhinhas made in Japan
alguns tragos de vinho do Cartaxo
recém-desembarcado do vapor
Lembras-te menina
Como foram rigorosas
as nossas noites de amor?
É preciso não esquecer que o processo de crescimento
da humanidade
é metálico
daí os fornos crematórios
e os vários campos de concentração mais ou menos repelentes
Sentados olhávamos
Um gato sorriu atrás da porta e espreguiçou-se
escreveu taquigraficamente um salto no espaço
e propôs-nos um jogo de encontrar
depois seguiu a aventura de ser ele
A rua da Palma parecia uma mentira inesperada
enquanto assávamos sardinhas e pimentos na escada de pedra
e alguém dava um pontapé numa bola de trapos
que rolava para a praça seminocturna
Escrevemos mais cartas
desta vez aos amigos distantes
e a alguns membros das polícias excessivamente secretas
que tentam decifrar a grafia do voo dos pássaros
Lembras-te
quando partiste?
Levavas um casaco muito branco
e enquanto pisavas os degraus
sorrias
como uma navalha de Albacete
Os automóveis passavam com procissão obsessiva
anunciando apenas um dia febril
enquanto pessoas muito pessoas
pernas dedos dentes
traçavam no solo o diagrama
de mais uma tentativa simplesmente quotidiana
As ruas deslizavam calmas
como quem volta do teatro e vai dormir
Animoglu Sok
Gonçalves Crespo
New Oxford
Gorki
Gregoire-de-Tours
Animoglu Gonçalves Oxford Gorki-de-Tours
Só uma rua imensa possessiva
mostrando caminho até ao fundo do espaço
com sinais cabalísticos em cada esquina
e cartazes ofertando maravilhas
cigarros congressos políticos preservativos requintados
sabonetes retratos de assassinos
circos de cavalinhos aguardentes antiquíssimas
máquinas de computar a morte
lutas de mulheres laxantes infalíveis
Sorrimos
O Cesariny levantou-se à minha esquerda
e partiu para mais uma cerveja no Inferno
o Erol Isin à minha direita ergueu-se
e lá se foi
voltando a um Bósforo cor de corno e mar
só o Lisboa
metendo um cágado no bolso
e dando a mão a um menino
ficou à minha espera
mas não me levantei
não tenho pernas
Lembras-te
como amei Fipsy?
Deves contar isso a alguém
Fica-te bem.
.
Poema de Mário Henrique Leiria a acompanhar carta enviada a Mário Cesariny em 1970 (primeira publicação do poema, na revista surrealista holandesa «Brumes Blondes», número 3, 1972, en versão francesa de Isabel Meyrelles) in António Maria Lisboa, Pedro Oom, Mário Henrique Leiria – Três Poetas do Surrealismo, Exposição Ícono-Bibliográfica,org. de Mário Cesariny

be serious

salvem a Bélgica !

batido




um olhar artificial em ambientes domesticados - Parte 2


Pergunta: É verdade que os animais domésticos (de estimação) podem curar os seus donos e/ou absorver negatividade ou doença suficiente para fazê-los doentes e, dessa forma, encurtar a sua própria vida? E acontece o mesmo a plantas ou árvores?

Resposta : Sim, é verdade, mas não é tão comum uma ocorrência e muitos poderiam acreditar. O Reino Animal é selvagem, primeiro, e doméstico, em segundo lugar. O Reino Humano é doméstico, primeiro, e selvagem, em segundo lugar.

Os animais domésticos são um pequeno subconjunto de uma família não-domesticada; não apenas descendentes de ancestrais selvagens. Quase todo animal pode se tornar doméstico, mas toda uma espécie não pode ser domesticada. A diferença jaz no subconjunto em si, o qual pode ser comparado a uma família da alma. Também é interessante notar que há uma diferença entre animal doméstico e animal de estimação, bem como há uma diferença entre um animal de jogo e outro criado para consumo humano, mesmo que sejam de uma mesma espécie.

Um animal doméstico companheiro pode redirecionar ou desviar energia que, de outra forma, poderia tornar o seu companheiro humano mais denso. Ele não o está curando, da forma como você entende, mas o resultado é semelhante.

Os animais são altamente sincronizados com as freqüências e são capazes de diferenciá-las. Energias dissonantes lhes são perturbadoramente audíveis, e eles frequentemente acham que é de seu próprio interesse limpá-las do seu ambiente, sempre que possível.

Os cães são, muitas vezes, capazes de fazê-lo ladrando, substituindo uma energia ou frequência corruptiva por uma que está mais a seu gosto. Na próxima vez que vir um cão a ladrar aparentemente sem motivo, tome nota de que pode haver um propósito apropriado a seu acto.

Da mesma forma, um gato pode avançar em algo que não parece ser nada de mais, embora ele esteja bem certo do que se trata aquilo a que ele se lançou em cima e dissolveu.Adoptando a atitude mencionada, os animais domésticos também podem desviar energias destrutivas de seus donos antes que sejam absorvidas pela aura ou matriz daquele indivíduo. São capazes de conduzir a energia a qualquer lugar e substituí-la por uma alternativa mais equilibrada.

Quanto mais próximo o dono é do seu companheiro animal, mais rápida e fácil a tarefa. Mais fácil ainda para os animais que podem dormir perto de seus donos. Uma longa doença ou uma doença terminal é mais difícil de tratar. Mesmo se um companheiro animal seja capaz de curar, a sua contraparte humana depende do vínculo que possuem, bem como de quão compatíveis são um com o outro.

A energia precisa encontrar ressonância ou uma atracção a que se ligar, de forma a prolongar o veneno. Se um animal se torna excessivamente ligado ao veneno (isto é, cancro), pode não ser capaz de se distinguir dele o bastante para repôr a sua própria harmonia. Os donos muitas vezes não se dão conta dos talentos e habilidades que os seus companheiros animais possuem, ou dos sacrifícios que fazem.

Uma planta ou uma árvore tem uma existência diferente e oferece uma forma diferente de companheirismo. Uma planta ornamental inspira, exala, pausa e então continua o ciclo similar seguinte. Quando esses ciclos são constantes, você não conseguirá observar nem a mais sutil nuance de que uma mudança aconteceu, mas em cada pausa há um momento de unidade. A pausa é o ciclo da restauração, e tudo dentro do campo de influência da planta é restaurado.

O mesmo se dá com plantas e árvores externas, e é por isso que muita gente acha que se sentem literalmente restaurados quando se encontram na Natureza. Abraçar uma árvore pode não ser do gosto de alguns, mas estar perto é bom o bastante para desfrutar alguns benefícios.

no blog "L'Amour en Cage"



10 Mandamentos de como economizar na comida

  1. A alimentação é uma das maiores despesas de um orçamento familiar, e embora deva poupar sempre que possível, é a única fatia do orçamento em que nunca deve deixar de ter em atenção a qualidade. Se ter um telemóvel de gama baixa é suficiente para fazer chamadas, comprar alimentos estragados para poupar dinheiro é uma péssima ideia. Por isso siga as seguintes dicas para poupar em comida:
  2. Cozinhe em casa frequentemente. A forma mais barata e saudável de se alimentar é cozinhar em casa, no entanto nos dias de hoje pode ser complicado conciliar o trabalho com o tempo necessário para cozinhar as refeições. Experimente fazer a comida durante o fim de semana e depois congelar em doses individuais para comer durante o resto da semana.
  3. Faça o seu próprio café. O custo de um café anda à volta de 50c (no mínimo). Se cada elemento da sua família (de 4 pessoas) beber 2 cafés por dia são 8 cafés diários (8 x 50c = 4 euros). Ora 4 euros x 365 dias têm um custo de 1.460 euros por ano!
  4. Leve almoço para o emprego, pelo menos alguns dias por semana.
  5. Faça uma lista antes de ir às compras. Pode economizar nas compras impulsivas nos hipermercados. Se seguir a lista, não terá a tentação de procurar as promoções de artigos que normalmente não precisa. Se cozinhar em casa, leve a lista dos ingredientes necessários para a semana toda, assim vai economizar também nas deslocações ao supermercado.
  6. Vá às compras quando está com pressa. Desta forma, tem mesmo de comprar apenas o que tem planeado e não vai ter tempo para andar a passear pelos supermercados à procura de boas “promoções”, que depois não vai precisar.
  7. Tenha atenção aos prazos de validade. É impressionante a quantidade de pessoas que se vê nas compras, que nem olham para este importante dado nos alimentos. De que serve comprar 5 litros de leite se a validade acaba ao fim de 2 dias?
  8. Compre promoções em que esteja a acabar o prazo de validade. Esta dica não é contrária à anterior. Por vezes existem promoções interessantes (50% ou mais) de alimentos que acabam ao fim de 2 ou 3 dias. Se tiver a certeza que os vai consumir nesse período, e se for um alimento que estava na sua lista de compras (não compre só por estar em promoção), aproveite para economizar mais um pouco.
  9. Compre em quantidade sempre que possível. Alimentos ou outros produtos que têm prazos de duração grandes, como sejam: massas, feijão, arroz, pasta de dentes, champô, papel higiénico, etc. Estes são os únicos casos em que pode comprar um produto que não esteja na lista, mas que tenha uma promoção que lhe vai permitir poupar bastante a médio prazo.
  10. Compre alimentos genéricos sempre que possível. Os alimentos genéricos são muitas vezes de qualidade igual ou superior com custos mais baixos, porque não têm em cima do preço muitas agravantes dos produtos de marca (sendo a principal, o marketing e a publicidade). O que deve fazer é, procurar se existe uma marca genérica do que pretende (por exemplo, cereais para o pequeno-almoço) e depois experimentar em sua casa, se gostar passa a comprar daquela marca, se não gostar continua a comprar a sua marca preferida.

terça-feira, agosto 19, 2008

faz zoom no wonderbra da piquena

Divertiste-te ? OK. Sexo vende.

como se lida com o absentismo noutras paragens

Clica no título

Shakespeare e o seu editor



Hugh Laurie e Rowan Atkinson

pequeno anúncio


golf a 3D


Quando o taco acerta na bola, a pressão do ar é maior na frente (a vermelho) do que na rectaguarda. Os buracos na superfície da bola criam pequenas turbulências de ar que reduzem a fricção e alargam a distância percorrida pela dita bola.

Créditos do Psycho de Hitchcock (versão Saul Bass)



Psycho opening titles - Dmstk jam from Sergi Giraldo on Vimeo.

bush ou batman ?

parecenças




um olhar artificial em ambientes domesticados - Parte 1


Pergunta: Tenho um interesse específico em entender como os elementos e reinos se relacionam uns com os outros.

Resposta: Esse tópico obviamente já foi considerado antes, mas pode surpreender saber que ele também vem sendo considerado e estudado por muitos programas sancionados e bem fundados por parte de muitos governos mundiais. A incerteza dos ambientes e recursos externos da Terra necessitam da consideração de um planeamento alternativo. Um dos problemas relativos aos estudos actuais é que a proposição é mal compreendida e desacreditada.

Pergunta: Houve um tempo na história recente da Terra durante a qual a Humanidade escolheu ou foi forçada a viver em ambientes criados artificialmente?

Resposta: Quase todo ambiente é artificialmente criado, isso deve ser entendido. Logo as distinções entre o que é natural e artificial irá mudar e se redefinir. A Ciência já criou modelos artificiais de DNA e prevê muitos usos para eles. Certamente as linhas que definem esse assunto irão borrar cada vez mais.

Se uma porção sustentável do interior da Terra fosse feita para se parecer com os seus actuais ambientes externos, você realmente saberia a diferença? E mesmo que soubesse, a próxima geração ou a seguinte a ela ainda saberia a diferença?

Este foi o caso há muito tempo, e será o caso, de novo. Enquanto os eventos sobre a Terra continuarem a se desdobrar, as comunidades experimentais abaixo da Terra, sobre a Terra, bem como sobre a Lua e tão distantes quanto Marte serão estabelecidas.

A que ponto poderia um cidadão da Terra se tornar um cidadão de Marte, ou um Marciano? A resposta é, quando o ambiente e a comunidade se adaptarem um ao outro, mente, espírito e corpo reconhecerão o vínculo. Baseado nesse reconhecimento, o corpo habituará e até mesmo desenvolverá rapidamente sua fisiologia para combinar as necessidades dos seus ambientes interno e externo. Dentro de poucas gerações, um ambiente que era anteriormente tóxico pode se tornar hospitaleiro. Vocês ficariam surpresos com o quão rapidamente os pulmões particularmente podem se adaptar.

Lembre-se que mesmo os ambientes artificiais são feitos da mesma “coisa” consciente que aqueles que são percebidos como naturais; portanto, a consciência é a única realidade apenas porque é toda possibilidade.

Pergunta: Uma planta artificial colocada próxima de uma real vai reagir de forma diferente se fôr colocada em companhia de outras plantas artificiais?

Resposta : Vai depender da consciência relativa do ambiente em que a experiência ocorre. Uma planta natural sabe que é real, mas uma planta artificial não sabe que não é. Por exemplo: você presume que alguns de seus amigos e familiares não se dão conta do próprio desenvolvimento da consciência, mas eles poderiam discordar, vê? Consciência é a chave.

Quando colocadas próximo de uma planta orgânica, uma planta artificial pode se tornar menos densa, molecularmente falando. Plantas não têm pensamentos, mas possuem consciência. Plantas artificiais não são tão afortunadas, ainda que haja uma inteligência inata em todas as coisas que emanam um “factor de ressonância”.

As plantas absorvem a consciência relativa dos membros da casa. Deixada em companhia da televisão, uma planta vai atrofiar ou crescer irregularmente, se o seu dono achar que ela recebeu muita ou pouca água ou luz do sol. Deixada em companhia de exibições musicais, pode reorganizar sua folhagem ou mesmo mudar de cor. Num ambiente argumentativo ela pode se tornar mais densa, e num ambiente depressivo ela pode decair ou mesmo perder as folhas.

As plantas, tais como os animais domésticos, nossos companheiros, são parte do ‘corpo’ emocional de um ambiente. Elas irradiam bondade e compaixão e reciclam a toxidade, mas é importante lembrar que elas não são responsáveis pela manutenção do ambiente no qual são colocadas. Elas pertencem a um ambiente por escolha; não são cativas nem pertencem a nada ou ninguém, e têm a sua próprio forma de expressar o seu desprazer.

segunda-feira, agosto 18, 2008

procura-se pai