quarta-feira, dezembro 20, 2006

brochettes de rins e cogumelos, uma delícia


Brochettes de Rins de Vitela e Cogumelos (Aveiro)

Ingredientes:
1 ou 2 rins de vitela
1 copo de vinho branco
alecrim
2 colheres (sopa) óleo
sal e pimenta preta a gosto
6 fatias de toucinho
1/2 kg de batatas
250 grs. de cogumelos
1/2 limão
piri-piri qb
salsa
2 laranjas, sem pele

Modo de Preparar:

Tempero dos rins: Numa tigela, misture o vinho branco com um pouco de sal, piri piri e alecrim. Corte os rins - depois de retirar alguma gordura que possa ter à volta - em rodelas de 1 cm de espessura, lavados, e coloque-os na tigela. Deixe de molho por uma hora, no mínimo.

Prenda as rodelas dos rins em 4 espetos préviamente oleados, regue com óleo e cozinhe 5 minutos de cada lado, num grelhador ou na chapa. Frite o toucinho em uma frigideira e depois, na mesma gordura as batatas descascadas e cortadas em pequenos cubos.

Salteie os cogumelos na manteiga com uma colher de óleo, esprema meio limão, um dl de vinho branco, piri-piri a gosto, espalhe a salsa picada e disponha-as ao lado das batatas. Por cima, coloque as brochettes e as fatias de toucinho. Acompanhe com quartos de laranja sem pele.

Sugestão: Acompanhe com uma salada de endivas.
De comer e chorar por mais ...

terça-feira, dezembro 19, 2006

porque os euros não esticam







o sonâmbulo (jogos em família)

resto zero






Matemática elevada à romântica potência



Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...

Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.


Até que se encontraram
No Infinito.
"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."

E de falarem descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.

E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz.
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão

Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.

Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar.
Uma Perpendicular.


Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.


E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.


Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.

Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo.
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema ela era a fracção
Mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu a
Relatividade.
E tudo que era expúrio passou a ser
Moralidade
Como aliás, em qualquer
Sociedade.

Suponho que o autor seja Millôr Fernandes

inteligência musical de David Cope


É um projecto experimental com logaritmos para analizar, pesquisar trabalhos musicais e criar novas músicas baseadas em estilos reconhecidos. Oiçam a música, composta pelo projecto (uma variação da Sonata de Beethoven, por exemplo). Aqui.

rumsfeld

southside johnny e bruce

faça figuras tristes

NATAL

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hobbies

pausa para café


- Estou, é da polícia?

-É sim, em que posso ajudá-lo?

-Queria fazer queixa do meu vizinho Manel. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a lareira... dentro dos troncos da madeira para a lareira...
[...]
-Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.

Praguejaram e foram-se embora.

Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.

-Hei, Manel, já aí foram os tipos da polícia?
-Já.
-E racharam-te a lenha toda?
-Sim.
-Então feliz natal, amigão! Essa foi a minha prenda!

video banido pela MTV - "Bombs" (Faithless)

entrevista de emprego

vendo a alma, diz Gerald



«É realmente um negócio muito simples que reza assim:

Doe fundos para ter a oportunidade de ganhar a minha alma. Cada dólar doado dá-lhe direito a uma entrada no sorteio. As doações servirão para me ajudar a mudar a minha vida. Também vou usar uma quantia desse dinheiro para abrir uma fundação para tentar ajudar pessoas em depressão. Todos nós temos valor e a minha esperança é que, atravès de um esforço da comunidade, podemos mudar o mundo. Tudo´o que é preciso é de uma ideia e uma pessoa que acredite nela. Eu acredito.
Em contrapartida, eu ofereço ao vencedor alguns direitos a vários aspectos da minha vida, tais como o direito a uma percentagem do meu rendimento colectável para o resto da minha vida, a opção de decidir os nomes dos meus filhos, partilhando os lucros dos meus empreendimentos e herdando uma parte do meu património.

(Segue-se o contrato on-line, no site)

Porquê ?

Eu estou a vender a minha alma para que as pessoas vejam que elas não precisam de vender a delas para serem felizes. Deixem-me explicar:

Todos os dias as pessoas "vendem as suas almas" por coisas que as tornam infelizes. Muitas pessoas estão condicionadas a que tenham o emprego mais bem pago no mercado, subam a escada corporativa, comprem uma casa maior, possuam dois carros, etc. E essas pessoas deixam-se iludir por essas coisas para as quais não vão ter tempo de as viver. Elas esquecem-se dos seus sonhos e a beleza do mundo que as rodeia. Deixam de discernir a parte mais maravilhosa delas próprias que as torna únicas.

É como se tivéssemos de nos conformar com os standards restrictos da sociedade, anulassemos a nossa criatividade e o espanto pelo mundo, nos conformássemos à moldura, metessemo-nos dentro de uma caixa e levássemos uma vida mecanizada. Acordamos, vamos trabalhar, pomos toda a energia na nossa actividade, voltamos para casa, vemos tv e vamos dormir. Os fins de semanas são para tarefas domésticas e, se tivermos sorte, um pouco de tempo livre. Lavar, para tornar a lavar.

É só isto que queremos das nossas vidas ? Não há nada melhor ? Temos mesmo que vender a nossa alma ? Estas são as questões que gostaria de explorar no decurso do meu contracto. Pessoalmente, acredito que nós podemos contribuir para a sociedade e de uma forma positiva, sem vender as nossas almas. E para o provar, eu vou vender a minha alma para melhorar a minha vida, para ser feliz, mas principalmente para servir uma causa maior que "Eu próprio". Vou pegar numa grande quantia desse dinheiro que fôr doado neste site e abrir uma fundação que ajudará a endereçar assuntos sobre a depressão na nossa sociedade. A missão exacta da fundação será definida no decorrer dos próximos meses. Estejam atentos ! »

o natal das crianças


Uma criança escreveu uma longa carta ao Pai Natal. Indagado sobre a enorme quantidade de pedidos, respondeu: "É porque é mesmo o último ano em que acredito nele"

Uma imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus nos braços. A criança pergunta: "Onde está o pai do Jesus ? A avó para o despachar: "O pai está a tirar a fotografia"

O Pai Natal pergunta a um criança como se chama. Ao que prontamente, a criança responde: Ana. "E o teu ?". O Pai Natal, sem pensar, responde: "João" .

O Pai Natal pergunta ao Joãozinho: "Então, meu filho, o que queres de presente?" O João responde: "Não posso dizer. É segredo."

Uma criança rezava em alta voz ao Menino Jesus, e a mãe gritou-lhe da sala para falar mais baixo, porque o Menino Jesus não era surdo. A criancinha responde: "O Menino Jesus, não. Mas o pai é !."

Num ensaio para uma peça de Natal de uma escola, a manjedoura colapsa quando Maria coloca Jesus nas palhinhas. A directora, reage imediatamente, e pedindo ajuda a um grupo de pais, pergunta: "Algum dos senhores é carpinteiro ? Tirando o José, claro !"

Numa peça de Natal da escola primária do bairro, e quando a cortina sobe para apresentar a peça, ouve-se uma vozinha sumida de uma criança : Mãe, onde é que fica a televisão ?"

segunda-feira, dezembro 18, 2006

um bocado de vaidade, não dói nada



La muñeca Leonor, réplica en juguete de la hija de los Príncipes recién nacida, es uno de los regalos estrella de esta Navidad.
O más bien lo era, porque todas las unidades con este nombre que la empresa alicantina Muñecas Berenguer se han vendido como churros, y no habrá más hasta el año que viene.
"Lo hemos vendido todo a jugueterías y particulares, el ritmo ha sido impresionante", explica el director de la compañía, José Berenguer, quien detalla que fabricaron entre 6.000 y 7.000 muñecas.
Inspiración real
A principios de año, la empresa presentó el modelo de la nueva muñeca, una recién nacida para la que su diseñador se "inspiró" en la infanta, "aunque también cogió elementos de otros niños", reconoce Berenguer.
Se han vendido alrededor de 7.000 muñecas Leonor artesanalesLeonor se puso a la venta con cuatro ropajes diferentes: con vestido de recién nacido, pijama (de verano o de invierno) y con bata.
La muñeca real tiene un peso de un bebé recién nacido (unos 2,3 kilos), auneu el set completo pesa unos 14. El juguete mide casi medio metro y su precio ronda los 65,95 euros, dependiendo de los complementos.
En 2007 habrá más leonores
Los que se hayan quedado sin su muñeca y quieran tener, como los Príncipes, una Leonor en su casa, tendrán que esperar a la presentación del nuevo catálogo de la empresa -en el mes de enero- que incluirá varios modelos de la muñeca real.
El motivo de que no haya más leonores antes es la cuidada elaboración de dicho juguete, que incluye numerosos detalles artesanales (uso de pintura especial, detalles en la piel del bebé) y limita la cantidad de muñecas que pueden salir al mercado.

histórias



Esta é a capa de um livro que me foi lido, com o sorriso terno e paciente da minha mãe a pairar pelas letras das histórias, umas que ela lia, outras que inventava, conforme a sua disposição para imaginar, e que eu insistia para que ela mas contásse de novo, sentindo-me defraudada quando os pormenores das histórias não coincidiam com a versão primeira.
Uma das histórias que eu gostava, particularmente na época do Natal, era a história da Menina dos Fósforos. Fui pesquisar os Contos de Hans Christian Andersen, e revivi aquela história, abstraindo-me do cepticismo de adulta relativamente a este tipo de manipulação emocional, caí de repente na infância - que penso ter sido a infância mais feliz do mundo - , e deixo-vos agora um pedaço do que foi uma história que comove crianças. Pelo menos esta criança.

A história era esta:

Estava muito frio e a neve caía e já estava começando a escurecer.
Era a noite do último dia do ano.
.

Uma menina descalça e sem agasalho andava pelas ruas, no frio e no escuro. Quando atravessou correndo para fugir dos carros, a menina perdeu os chinelos que tinham sido da mãe e eram grandes demais. Um deles ela nunca mais o encontrou, e o outro foi levado por um garoto que ali passava na altura. A menina já estava com os pés roxos de frio. Tinha um pacotinho de fósforos na mão e outro no bolso do avental velho. Naquele dia não tinha conseguido vender nada e estava sem um tostão. A neve caía no cabelo cacheado, mas ela não podia pensar no cabelo nem no frio.
As casas estavam iluminadas e havia por toda parte um cheirinho de perú assado de Ano Novo.
Era nisso que ela pensava.
No caminho entre duas casas, ela encolheu-se toda, mas continuava sentindo muito frio.Voltar para casa, nem pensar! sem dinheiro, sem ter vendido nada, era uma surra do pai com certeza.

Com as mãos geladas, pensou em acender um fósforo. Conseguiu. A chama pequenininha parecia uma vela na concha da mão.A menina se imaginou diante de uma lareira enorme, com o fogo esquentando tudo e a ela também.Ela ficou com um fósforo queimado na mão.Acendeu outro que, brilhando, fez a parede ficar transparente.

Ela viu a casa por dentro; a mesa posta, a toalha branca, a louça linda. O assado, o recheio, as frutas.Não é que o assado, espetado com garfo e faca,saiu pulando da mesa e veio até ela?

Mas o fósforo apagou-se e ela só viu a parede grossa e humida.

Acendeu mais um fósforo e se viu junto de uma belíssima árvore de Natal.Velinhas e figurinhas coloridas enchiam os galhos verdes.A menina esticou o braço e...o fósforo apagou-se.Mas as velinhas começaram a subir, a subir e ela viu que eram estrelas. Uma era uma estrela cadente que riscava o céu.

-Alguém deve ter morrido. A avó - única pessoa que tinha gostado dela de verdade, e que já tinha morrido - sempre dizia"Quando uma estrela cai, é sinal de que uma alma subiu para o céu."

A menina riscou mais um fósforo e, no meio do clarão, viu a avó tão boa e tão carinhosa contente como nunca.
- Avó.....avó.........leva-e daqui! Sei que não vais mais estar aqui quando o fósforo apagar. Vais desaparecer como a lareira, o assado e a árvore de Natal. E foi acendendo os outros fósforos para que a avó não sumisse. Foi tanta luz que parecia dia.
E a avó ali, tão bonita...Pegou a menina no colo e voou com ela para onde não fazia frio e não havia fome nem dor.Foram para junto de Deus.

De manhãzinha, as pessoas viram no canto entre duas casas uma menina corada e sorrindo.
Estava morta.Tinha morrido de frio na última noite do ano. Nas mãos, uma caixa de fósforos queimados.

- Ela tentou se aquecer, coitadinha! Ninguém podia adivinhar tudo o que ela tinha visto..... o brilho....a avó....as alegrias de um Novo Ano.
.
Hans Christian Andersen
.
Não é uma história linda ???? A partir daí, a mãe apagava a luz, saía pé ante pé, e eu ..enterrava a cabeça na almofada, e chorava. Não era uma história. Era uma verdade triste. As "pirosices" que nos condicionam a vida para todo o sempre.

coisa gostosa

possíveis cenários de Céu




Li este texto num blog http://www.harpold.com

(desculpem não traduzir mas estou mesmo cansada) de Leslie Harpold ... já vos falei dela no Calendário do Advento, uns posts mais abaixo ...


A record arm that you can pick up and put down in favorite parts of your life to play over, like dropping the needle in the middle of your favorite song back in 1980, when you knew exactly which part of the groove was where the guitar solo to "Train in Vain" ended. Moving it there meant you could dance around your room for just one more minute before shoving off, face first, into the snow on a school day. Pick the arm up in heaven, and it's the moment right before Billy Mullen kisses you, standing in the Putt Putt parking lot, just before the street lights come on. Leave it playing through the part where you race home, feet barely touching the ground for the nine blocks you run until you collapse on the landing, face flushed. Lift it off again before you hear your mom say "Young lady..." After savoring it a moment, which might be three hundred heaven years, drop it again that one day you stood in front of the mirror naked and went "you know, I think my boobs are pretty good," and actually believed it. Just replaying the greatest moments again and again, and always being pleasantly surprised how quickly they add up, how many you have to choose from, not having had the luxury of seeing them like an endless play list when you wandered around on this mortal coil.
You get to drive down the most beautiful road ever as fast or slow as you like in a car with enough leg and head room, a great stereo, and the companion of your choice. Your companion enjoys riding shotgun as much as you love driving. Someone brushes your hair every single day and never says, "My arms are tired."
The novel you wished would never end doesn't and peonies bloom year round. You are encouraged to watch movies from an oversized bathtub.
Get up around sunrise, because sunrise is always five minutes after you wake up in heaven, and seeing a different and more magnificent one each day, simultaneously thinking "Wow, earth was beautiful" and also "This is pretty great too." Spend the whole day reunited with pets and being really good at all the stuff you never got around to learning but always wanted to try like snow boarding and making quilts.
The feeling you get when you wake up in the middle of the night laughing thinking about the silliest thing you saw that day.
Swimming in the nicest pool ever, (100% pee free!) slightly heated, incredibly refreshing and no one ever bumping into you. To keep you aware of how lovely it is, periodically you get out of the pool for a big cookout where the watermelon they serve after the hot dogs is fresh and sweet, and there's no penalty for getting back in the pool too soon. Also spitting watermelon seeds would be considered a beautiful gesture, not something "nice young ladies like you do not do."
Perpetually maintaining a combination of these three feelings: hearing the first five bars of your favorite song in an unexpected place, the feeling you have when you wake up from a power nap, drink a glass of water and blink twice while taking your deepest breath; combined with that super fleeting moment your lips stop touching someone else's. Right when you realize you've been kissed.
It is totally okay to write yourself notes and draw pictures on your arms and legs, as long as they are beautiful.

P.S. You also get perfect penmanship.
Prada looking pants that feel like flannel pajama bottoms. You are always a size six.
Fresh blackberries with breakfast every day. Diet coke on tap. Gymnastics are second nature to your body, you flip and tumble with alacrity. When people look at you, they see you and they smile from the heart. At night you sleep on the softest pillow ever, and both sides of the pillowcase are cool.
What is is always good enough.


E suscita-me um pensamento. Ou vários. Não tão brilhantes como estes, mas são os meus.

Como é que eu gostaria que o meu Céu fosse (se é que ele existe). Então, divaguemos !

Um pedaço de terra sobre um céu azul. Temperatura 23/24 º C. Céu limpo. E estrelas que cintilam o dia inteiro. Não sinto nem frio, nem calor. O mar ao pé, em todos os seus estados. Ora calmo, ora violento mas sempre verde esmeralda. Vejo-lhe o fundo : a abundância em peixe de todas as côres. Tranquilos. Por vezes tomam asas e aparecem sob a prata que se estende sobre a água. Música. Muita música. Blues, Jazz, Swing, Clássica, Chill Out, à velocidade do pensamento. Na ponta do querer.

Não sinto fome nem sede. Sinto vontade de sentir sabores e cheiros. O cheiro do alecrim, da goiaba, da manga, do maracujá. O sabor do sal. ou da canela, do queijo, do pão acabado de cozer em forno de lenha.

Rodeiam-me árvores e flores, e as suas essências e cores sucedem-se à minha passagem: da madressilva, do rosmaninho, das rosas, dos lilazes, dos jasmins, dos eucaliptos e dos pinheiros.

Pessoas ? A família, os amigos -e nem todos - e a pessoa que eu amo. Muitas crianças, lindas, inteligentes e tranquilas. Os meus cães.

Muitos livros, filmes ... E a possibilidade de me teletransportar, viajar no tempo e ver o mundo de cima. Ser invisível quando quisesse e adivinhar o que vai na cabeça das pessoas.

Penso que isto resume, grosso modo, o meu Céu.
E o teu ?

domingo, dezembro 17, 2006

feliz natal !

arte decadente (animação)

arte decadente

puzzled



visado


"Estou a ficar sériamente preocupado com o uso crescente de cartões de crédito"

segredos culinários de família

Recheio para o Perú
Põe-se manteiga a derreter numa caçarola e deitam-se dentro os miúdos muito picadinhos, sal e pimenta, vinho branco, deixa-se refogar e depois faz-se um creme com caldo e junta-se ao picado. Acrescenta-se 2 gemas de ovos, azeitonas picadas e ovo cozido aos bocadinhos. Deixa-se arrefecer e, depois de frio, mete-se dentro do papo e cose-se.
O Perú
Poe-se de molho de véspera num alguidar com vinho branco, água e rodelas de limão. No dia seguinte, esfrega-se com sal, pimenta, toucinho, manteiga e banha e vai a assar DEVAGARINHO, para ficar bem tenro.
MOLHO DE VILÃO (para acompanhar aves assadas)
Cebola picada, salsa, 9 colheres de azeite e 3 de vinagre.
Passa-se o molho de assar as carnes (frango, perdizes ou coelho) e junta-se ao Molho de Vilão. Poem-se as carnes numa taça, deita-se o molho e fica de um dia para o outro. Serve-se frio.
TÊMPERO PARA ASSAR VEADO
50 grs. de cenouras às rodelas finas, 50 grs. de cebolas às rodas, 25 grs. de chalotas miúdas, 20 grs. de aipo, 2 alhos, 1 ramo de tomilho, 1/2 folha de louro, 2 cravos de cabeça, 5 grs. de sal, 6 grãos de pimenta preta, 10 grs. de rosmaninho fresco, 4 dl de vinagre, 3 dl de azeite. Põe-se o veado neste molho durante 10 horas e depois assa-se devagarinho.
FOIE GRAS CASEIRO
1 mioleira de vitela cozida, 250 grs. de fígado de vitela crú, um bocadinho de toucinho crú, 8 bolachas de água e sal. Passa-se tudo pela máquina 2 vezes para que fique fininho; junta-se-lhe 2 ovos inteiros, 1 colher de manteiga, sal, pimenta, e mexe-se tudo muito bem. Vai a cozer numa forma untada de manteiga em banho maria e leva muito tempo a cozer.
TERRINA DE FOIE GRAS
250 grs. de fígado de porco, 125 grs. de presunto magro, 250 grs. de carne de porco magra, 500 grs. de banha em rama. Derrete-se a banha e tiram-se-lhes os rojões, nesta banha salteam-se as carnes e o fígado, passando tudo com a banha pela máquina e depois por um passador, junta-se-lhe uma colher de café de cognac, sal e pimenta. Poe-se num prato fundo coberto.
Ditado pelas cozinheiras de serviço.

porque nunca é tarde

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Oh come let us adore


scary mary

tonight


REAMONN
Tonight

She never took the train alone
She hated being on her own
She always took me by the hands
And say she needs me

She never wanted love to fail
She always hoped that it was real
She'd look me in the eyes and say'd believe me.
And then the night becomes the day
And there’s nothing left to say
If there's nothing left to say
Then something’s wrong.

Oh tonight, you killed me with your smile.
So beautiful and wild, so beautiful.
Oh tonight, you killed me with your smile.
So beautiful and wild so beautiful and wild.

And as the hands would turn with time
She'd always say that she was mine
She'd turn and lend a smile,
To say that she's gone.
But in a whisper she'd arrive
And dance into my life.
Like a music melody,
Like a lovers song.
Through the darkest night
Comes the brightest light.
And the light that shines
Is deep inside.
It's who you are.

fim de ano em hotéis Igloo :-)))




Para mais informações, clicar aqui
Os Igloos situam-se em Scuol, Engelberg, Gstaad, Zermott e até St. Moritz na Suiça, e Zugspitze, Alemanha.

coisas práticas : colagens