sábado, outubro 27, 2007
sexta-feira, outubro 26, 2007
o que pode morrer dentro de 50 anos
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No seu livro “Future Files: A History Of The Next 50 Years”, Richard Watson desenha uma linha do tempo em que prevê o ano estimado da morte de diversas coisas que estão presentes em nossas vidas nos dias de hoje, incluindo personalidades e locais.
Na verdade, a morte nessa linha do tempo significa “existência insignificante” a partir de determinada data. A tabela começa no inicio do século passado, indo até 2050.
Segundo Watson, os blogs devem morrer por volta de 2023, junto com a Web 2.0 e as Maldivas. Outros mortes previstas:
2016: Reformas
Na verdade, a morte nessa linha do tempo significa “existência insignificante” a partir de determinada data. A tabela começa no inicio do século passado, indo até 2050.
Segundo Watson, os blogs devem morrer por volta de 2023, junto com a Web 2.0 e as Maldivas. Outros mortes previstas:
2016: Reformas
2020: Copyright
2030: Chaves
2033: Moedas
2035: Microsoft
2049: Jornais físicos, Google
Após 2050: Fealdade, Morte
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Fresquinha
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26.10.07
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no domingo muda a hora e saiba porquê

No próximo domingo, dia 28 de Outubro, os portugueses vão poder dormir mais uma hora, já que às 02:00 vão ter de atrasar os seus relógios 60 minutos, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa.
Com a entrada na hora de Inverno, os relógios vão ser atrasados de 60 minutos às 02:00 da madrugada de domingo, em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para as 01:00.
Na Região Autónoma dos Açores quando se registarem 01:00, os ponteiros vão atrasar-se para as 00:00.
«A hora muda a nível europeu por decreto de lei sendo alterada no mesmo instante em todos os países membros», recordou à agência Lusa Rui Agostinho, subdirector do Observatório Astronómico de Lisboa.
Ao contrário do que muitas vezes é dito, segundo Rui Agostinho, a mudança da hora prende-se com a necessidade de «não haver desfasamento solar» e «não com questões económicas».
A Comunidade Europeia faz estudos regulares para escutar os pareceres de todos os países, no sentido de verificar os indicadores mais e menos benéficos da mudança de hora.
«Chegou-se à conclusão que a mudança de hora era a opção mais favorável, para as actividades económicas e para o próprio bem-estar das pessoas», referiu.
Para se chegar a esta conclusão,«verificou-se o impacto da mudança de hora nas actividades do ser humano, no Comércio, na Indústria (da grande à pequena indústria), na Agricultura e sobretudo no modo como a luz influencia a produtividade e o tempo de lazer das pessoas», justificou o responsável.
Para Rui Agostinho, as decisões desenvolvem-se em torno da necessidade «de se aproveitar o melhor possível a luz nas actividades num modo geral», uma vez que «há muitas actividades, nomeadamente a Agricultura, que dependem muito da luz solar para trabalhar».
Deste modo, para o subdirector do Observatório Astronómico, a mudança de hora «é benéfica para Portugal», porque se pode «aproveitar melhor as horas de sol», apesar de Portugal não ser dos países mais afectados pela mudança de hora, devido à existência de grande simetria entre o número de horas do dia e da noite. Deste modo, para o subdirector do Observatório Astronómico, a mudança de hora «é benéfica para Portugal», porque se pode «aproveitar melhor as horas de sol», apesar de Portugal não ser dos países mais afectados pela mudança de hora, devido à existência de grande simetria entre o número de horas do dia e da noite.
Esta situação já não acontece no norte da Europa, onde a actividade é mais afectada, tendo em conta que no Inverno começa a escurecer às 15:00.
No entanto, para alguns portugueses a adaptação ao novo horário é uma dura realidade.
O não poder aproveitar o fim da tarde numa esplanada para relaxar, ou dar um passeio e o facto de se chegar a casa com a sensação de que é muito tarde e já não há luz para aproveitar o resto do dia, traz a sensação de que o dia é menos rentável.
«É como viver um jetlag, porque há uma descoordenação de hábitos», explicou à Lusa Marta Gonçalves, médica especialista do sono.
«Vai ter efeitos diferentes se a pessoa é matutina ou vespertina», acrescentou.
Os portugueses vão despertar com maior claridade, sem ter de ligar as luzes, mas regressar a casa de noite, depois de um dia de trabalho ou de escola.
«Isto é um problema sobretudo para as crianças, que se levantam muito cedo e chegam a casa de noite», confirmou Teresa Paiva, neurologista e especialista em Medicina do Sono.
No entanto, para a especialista «bastam 48 horas» para o corpo, biologicamente, se adaptar à nova realidade.
«O mau estar nos primeiros dias após a mudança de hora é normal, porque as pessoas estão a habituar-se às diferenças de luz», explicou a especialista.
Para além disso, há a sensação de que há a necessidade de acender as luzes mais cedo e usar mais tempo a luz artificial.
No entanto, segundo a EDP, «a mudança da hora não trás vantagens nem inconvenientes» para os consumos.
Para a empresa, quando a hora é mudada, «não se verificam alterações de consumos na casa dos portugueses, nem na iluminação pública, porque é comandada por célula fotoeléctrica».
A Comissão Permanente da Hora, com sede no Observatório Astronómico, é a entidade consultada pelo Governo para se decidir a mudança de hora, mas o seu poder é facultativo, porque «esta é uma decisão da comissão Europeia», disse Rui Agostinho.
O subdirector do Observatório Astronómico referiu, no entanto, que a mudança de hora não agrada a todos.
«Quem tem actividades que dependem do sol prefere que a hora mude, mas quem, por exemplo, trabalha na bolsa ou com o comércio internacional o horário central europeu é a melhor opção», explicou.
Portugal apenas uma vez, em 1992, não mudou os ponteiros dos relógios, quando o governo do então primeiro ministro Cavaco Silva decidiu por decreto-lei não atrasar os relógios para a Hora de Inverno e continuar a adiantar os ponteiro uma hora em Março, sem consultar a Comissão da Hora.
«Os portugueses andavam às avessas com o sol, porque o dia nascia quando a actividade laboral e estudantil se encontrava a trabalhar há algumas horas, o que implicava maior consumo de energia durante a manhã», observou Rui Agostinho.
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26.10.07
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quinta-feira, outubro 25, 2007
história das ideias
É curioso observar como na história das ideias ou do conhecimento, muitas personalidades os tenham dividido em três partes. Há uma multidão de exemplos neste sentido, de muitas disciplinas distintas e de épocas diferentes. Alguns exemplos:
Joaquín de Fiore (1135- 1202) susteve que existiam três épocas, presididas respectivamente por Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, durante as quais estariam vigentes o Antigo Testamento, o Novo Testamento e um “eterno evangelho espiritual”, concepcção que foi considerada herética.
Jean Bodin, filósofo político francês, (1530-1596) dividia a história en três períodos: a história dos povos orientais, a historia dos povos mediterrâneos e a história dos povos setentrionais.
Francis Bacon (1551-1626) identificava três descobrimentos que diferenciavam a sua própria época dos tempos antigos. “É importante apreciar o poder e a virtude dos descobrimentos. Não há outros nos quais estas características sejam mas evidentes do que naqueles três inventos desconhecidos para os antigos e cuja origem possa ser recente, é obscuro e não tem proporcionado a ninguém fama e glória, nomeadamente, a escrita, a pólvora e a bússula, pois estes três mudaram por completo a face do mundo e das coisas; o primeiro na literatura, o segundo na guerra, o terceiro na navegação”.
Thomas Hobbes (1588-1679), defendia que havia três ramos do conhecimento que superavam todas as outras em poder explicativo: a física, responsável pelo estudo dos objectos naturais; a psicologia, que estuda o homem como indivíduo; e a política, que trata de agrupamentos sociais e artificiais que formam a humanidade.
Giambattista Vico (1668-1744) distinguia entre a idade dos deuses, a dos hérois e outra dos humanos (uma ideia emprestada de Herodoto e Varrón).
Anne-Robert-Jacques Turgot (1727-1781), estadista francês, afirmou que a civilização era produto de factores geográficos, biológicos e psicológicos.
Marie Jean-Antoine-Nicolas Caritat, marquês de Condorcet, (1743-1794) que considerava que a Revolução Francesa era a linha divisória entre o passado e o “glorioso futuro”, acreditava que havia três questões pendentes na história: a destruição da desigualdade entre as nações, o progresso da igualdade dentro de cada nação e o aperfeiçoamento da humanidade.
William Godwin (1756-1836), anarquista inglês, pensava que existiam três ideias fundamentais para alcançar a meta suprema da vida, o triunfo da razão e a verdade, nomeadamente a literatura, a educação e a justiça (política).
Auguste Comte (1798-1857) propôs uma versão idealizada da história em três estados: o teológico, o metafísico e o científico, que logo desenvolveria para falar das etapas teológica-militar, metafísica-jurídica e científica-industrial.
Adam Smith (1724-1790) propôs uma análise pioneira na divisão básica das entradas de rendas, salários e benefícios do capital, identificando a cada um com o seu respectivo beneficiário: o arrendatário, o assalariado e o capitalista, as “três principais ordens que constituem originalmente toda a sociedade civilizada”.
E assim poderíamos continuar com exemplos deste tipo, ou parecidos, em que o número três (suponho que é fácil sintetizar três ideias básicas) resulta irresistível. Até foi posto um nome a este fenómeno por W. A. Dunlap chamando-lhe “triposis” em 1905. Em 1988, Ernest Gellner preferiu falar de “teorías trinitárias”. Economistas, historiadores, políticos, filósofos, e um grande etecétera usaram este tipo de raciocínio.
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Fonte: Ideias. História intelectual da humanidade. Peter Watson. Crítica, 2006.
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Um filme de 24 minutos produzido inteiramente com uma câmara digital fixa. As fotografias são manipuladas usando uma técnica de dobragem de "fotomation" resultando numa experiência visual única. Fruto de um trabalho de 14 meses de trabalho árduo e experimentação. Vê em tamanho do écran, clicando no botão ao lado do altifalante.
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quarta-feira, outubro 24, 2007
de 5ª a 4ª
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Festa Mostra o teu Monstro Mau, dos Gatos (pretos e sangrentos), Aniversário OndaJazz, Encerramento Minibar, Footmoovin’ Release Party
Concerto Mark Kozelek, Patti Smith, Ela-não-é-Francesa-Ele-não-é-Espanhol, Farra Fanfarra, SOJA, The Sea and Cake
Live Act Trojan Soundsystem + WhoMadeWho
Noites Jameson Urban Routes
Performance Volte-Face, À Beira
Feira do Príncipe Real
Teatro Disco Pigs
Festival Temps d'Images
Happening Zombie Walk, 1ª Caça às Bruxas
Loja Zed's Dad
Docs Videoteca da Apordoc
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